História

A Auto-Estradas do Atlântico, Concessões Rodoviárias de Portugal, S.A., foi constituída em Dezembro de 1998, em ato solene da assinatura do seu contrato de concessão, cuja duração é de 30 anos. No pós 25 de Abril, esta foi a primeira concessão de auto-estradas a ser outorgada a entidades privadas.

O contrato de concessão tem por objeto, além da exploração e manutenção dos 85 Km da A8 Sul (e.g., CRIL/Odivelas – Caldas da Rainha), a conceção, construção e financiamento de novos troços, numa extensão total de 85 Km de autoestradas, divididos entre a A8 Norte (Caldas da Rainha – Leiria) e a A15 (Caldas da Rainha – Santarém).

Esta melhoria das acessibilidades, resultante da rede concessionada à Auto-Estradas do Atlântico (AEA), teve um impacto decisivo no desenvolvimento da região, considerando que o aumento do parque industrial gerou um acréscimo do número de postos de trabalho. Este papel regional pode ser alargado ao panorama nacional, já que a rede viária da AEA, por se inserir no conjunto de infra-estruturas indispensáveis ao desenvolvimento económico do País é um bem público, ao serviço de todos, promovendo a proximidade entre as populações que serve.

Melhorias  das infra-estruturas – Excelência do Serviço

O troço mais antigo da A8 (e.g., A8 Sul), que liga a CRIL/Odivelas a Caldas da Rainha, tem sido objeto de continuados investimentos de recuperação e conservação, tendo em vista, a melhoria da qualidade e segurança da circulação automóvel.

A assistência a clientes ocupa um lugar de particular importância nesta Concessionária. Toda a rede concessionada à AEA dispõe dos mais modernos equipamentos de apoio ao condutor, de supervisão e monitorização do tráfego. Estão instalados circuitos internos de televisão para controlo de tráfego e estão disponíveis painéis de informação variável, que permitem transmitir aos nossos clientes todas as informações consideradas relevantes para uma condução em  segurança.

Nesse mesmo contexto se insere a instalação de três (3) estações meteorológicas. A velocidade e sentido do vento, a intensidade da chuva, o estado do piso e a existência de nevoeiro são o tipo de as informações que, com este equipamento, poderemos disponibilizar aos nossos clientes.

Os postos de SOS estão colocados a uma cadência aproximada de 2 km em toda a extensão da A8 e da A15. É ainda disponibilizado um número de telefone de emergência através do qual, qualquer cliente pode, em caso de necessidade, entrar em contacto com o Centro de Assistência e Manutenção (CAM) da Auto-Estradas do Atlântico.

 

A8 Norte – Caldas da Rainha / Leiria

O lanço da A8, entre Caldas da Rainha (Tornada) e Marinha Grande Este, aberto ao tráfego a 9 de Outubro de 2001, apresenta-se com três vias de rodagem em cada sentido, e tem uma extensão aproximada de 47 quilómetros. A construção desta obra representou, para a AEA, um investimento total de 240 milhões de euros.

Posteriormente, em Março de 2002, foi ainda disponibilizado o lanço Marinha Grande Este – Leiria.

A A8 permite, atualmente, a circulação entre o nó da CRIL/Odivelas e Leiria, constituindo uma alternativa clara à A1 na ligação entre Lisboa e Leiria.

Existem quatro áreas de serviço na A8: Loures (Repsol, ao quilómetro 14), Torres Vedras (Galp, km 49,25), Óbidos (CEPSA, km 79) e Nazaré (BP, km 110).

 

A15 – Caldas da Rainha / Santarém

A A15, em serviço desde Outubro de 2001 liga Caldas da Rainha a Santarém, permitindo aí a ligação à Auto-Estrada do Norte (A1). Tem duas vias de rodagem em cada sentido, apresenta uma extensão de 40 km e implicou um investimento total de 175 milhões de euros. Tem uma área de serviço em Rio Maior (BP, km 23,40).


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